Israel

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O Estado de Israel

Israel é a única democracia no oriente médio e conta hoje (2020) com 9.1 milhões de habitantes.

Em 14 de maio de 1948, Israel proclamou sua independência. Menos de 24 horas depois, os exércitos do Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram o país, forçando Israel a defender a soberania que acabara de reconquistar em sua pátria ancestral.

Na chamada Guerra de Independência de Israel, as recém-formadas e pouco preparadas forças do Exército de defesa de Israel (IDF) expulsaram os invasores em ferozes batalhas intermitentes, em um período que durou aproximadamente 15 meses e custou a vida de seis mil israelenses (quase 1% da população judaica do país na época).

Durante os primeiros meses de 1949, negociações diretas foram realizadas sob os auspícios da ONU entre Israel e cada um dos países invasores (exceto o Iraque, que se recusou a negociar com Israel), resultando em acordos de armistício que refletiam a situação ao final das disputas.

Assim, a Planície Costeira, a Galileia e todo o Neguev ficaram sob a soberania israelense, a Judeia e a Samaria ficaram sob o domínio da Jordânia, a Faixa de Gaza ficou sob a administração egípcia, e a cidade de Jerusalém ficou dividida, com a Jordânia controlando a parte leste, incluindo a Cidade Velha, e Israel, o setor ocidental.

Com o fim da guerra, Israel concentrou-se na construção do Estado que o povo tinha lutado tanto para recuperar. Os primeiros 120 assentos do Knesset (do parlamento) entraram em funcionamento após as eleições nacionais (em 25 de janeiro de 1949) em que quase 85% de todos os eleitores votaram. Duas das pessoas que haviam conduzido Israel à independência tornaram-se líderes do país: David Ben-Gurion, líder da agência judaica, foi escolhido como primeiro primeiro-ministro, e Chaim Weizmann, presidente da Organização Sionista Mundial, foi eleito pelo Knesset como primeiro presidente. Em 11 de maio de 1949, Israel tornou-se o 59º membro das Nações Unidas. De acordo com o conceito de "reunir os exilados", que está no cerne da razão de ser de Israel, os portões do país foram abertos, afirmando o direito de cada judeu de vir para o país e, ao entrar, adquirir cidadania. Nos primeiros quatro meses de independência, aproximadamente 50.000 recém-chegados, principalmente sobreviventes do Holocausto, chegaram às praias de Israel. Até o final de 1951, um total de 687.000 homens, mulheres e crianças chegaram, mais de 300.000 deles refugiados de países árabes, duplicando assim a população judaica.

A crise econômica causada pela Guerra da Independência e a necessidade de sustentar uma população em rápido crescimento exigiram austeridade no país e ajuda financeira do exterior.

A assistência prestada pelo governo dos Estados Unidos, empréstimos de bancos americanos, as contribuições dos judeus da Diáspora e reparações alemãs após a guerra foram usados para construir casas, mecanizar a agricultura, estabelecer uma frota mercante e uma companhia aérea nacional, explorar minerais disponíveis, desenvolver indústrias e expandir rodovias, telecomunicações e redes elétricas.

No final da primeira década, a produção da indústria dobrou, assim como o número de pessoas empregadas, com as exportações industriais aumentando quatro vezes. A vasta expansão das áreas cultivadas trouxe autossuficiência no fornecimento de todos os produtos alimentares básicos, exceto carne e grãos, enquanto aproximadamente 50.000 hectares de terra árida foram arborizados e árvores foram plantadas ao longo de quase 500 milhas (800 km) de rodovias.

O sistema educacional, desenvolvido pela comunidade judaica no período pré-estatal e que agora incluía o setor árabe, expandiu-se consideravelmente. Frequentar as escolas tornou-se gratuito e obrigatório para todas as crianças com idades entre 5 e 14 anos (em 1978 tornou-se obrigatório até os 16 anos e gratuito até os 18). Atividades culturais e artísticas floresceram, misturando elementos do Oriente Médio, do Norte Africano e ocidentais, pois os judeus chegando de todas as partes do mundo trouxeram consigo as tradições específicas de suas comunidades e aspectos da cultura dominante dos países onde tinham vivido por gerações. Quando Israel comemorou seu décimo aniversário, a população ultrapassava dois milhões.

Os anos de construção do Estado foram ofuscados por graves problemas de segurança. Os acordos de armistício de 1949 não só haviam fracassado ao tentar pavimentar o caminho para a paz permanente, mas também eram constantemente violados.

Contradizendo a Resolução do dia 1º de setembro de 1951 do Conselho de Segurança da ONU, a passagem de transportes israelenses e para Israel foi impedida pelo Canal de Suez e o bloqueio do Estreito de Tiran foi reforçado. Incursões em Israel de grupos terroristas provenientes dos países árabes vizinhos para assassinatos e sabotagens ocorreram com frequência cada vez maior, e a península do Sinai foi gradualmente convertida em uma imensa base militar egípcia.

Com a assinatura de uma aliança militar tríplice entre o Egito, a Síria e a Jordânia (outubro de 1956), a ameaça iminente à existência de Israel foi intensificado. Durante uma campanha de oito dias, as forças do IDF capturaram a Faixa de Gaza e a Península do Sinai inteira, parando 10 milhas (16 km) a leste do Canal de Suez. A decisão das Nações Unidas de implementar uma Força de Emergência das Nações Unidas (UNEF) ao longo da fronteira Egito-Israel e garantias egípcias de livre navegação no Golfo de Eilat levaram Israel a concordar com uma retirada gradual (novembro de 1956 a março de 1957) das áreas tomadas semanas antes. Consequentemente, o Estreito de Tiran foi aberto, permitindo o desenvolvimento do comércio com a Ásia e com países do leste Africano, assim como importações de petróleo do Golfo Pérsico.

Durante a segunda década de Israel (1958 a 1968), as exportações duplicaram e o PIB subiu aproximadamente 10% anualmente. Enquanto alguns itens anteriormente importados, como papel, pneus, rádios e refrigeradores, eram agora fabricados localmente, o crescimento mais rápido ocorreu em setores mais recentes: metais, maquinaria, produtos químicos e eletrônicos. Como o mercado interno para alimentos locais estava se aproximando rapidamente do ponto de saturação, o setor agrícola começou a cultivar uma maior variedade de culturas para a indústria de processamento de alimentos, assim como produtos frescos para exportação. Um segundo porto de águas profundas foi construído na costa do Mediterrâneo em Ashdod, além daquele já existente em Haifa, para lidar com o aumento do volume de comércio. Em Jerusalém, uma sede permanente para o Knesset foi estabelecida, e instalações para a Universidade Hebraica e para o centro médico de Hadassah Medical Center foram construídas em locais alternativos para substituir os edifícios originais no Monte Scopus, que teve que ser abandonado após a Guerra da Independência. Ao mesmo tempo, o Museu de Israel foi criado com o objetivo de coletar, preservar, estudar e expor os tesouros culturais e artísticos do povo judeu.

As relações exteriores de Israel expandiram-se de forma constante, pois uma relação foi desenvolvida com os Estados Unidos, com países da Comunidade Britânica, com a maioria dos países da Europa Ocidental, com quase todos os países da América Latina e da África, e com alguns da Ásia. Abrangentes programas de cooperação internacional foram iniciados, e centenas de médicos, engenheiros, professores, agrônomos, especialistas em irrigação, e organizadores de jovens israelenses compartilharam seu conhecimento e experiência com pessoas de outros países em desenvolvimento. Em 1965, houve uma troca de embaixadores com a República Federal da Alemanha, um movimento adiado até então devido à mágoa do povo judeu em relação aos crimes cometidos durante o regime nazista (1933 a 1945). Oposições veementes e debates públicos precederam a normalização das relações entre os dois países.

Em maio de 1960, Adolf Eichmann, chefe de operações do programa de assassinato nazista durante a II Guerra Mundial, foi capturado na Argentina e trazido ao país para ser julgado de acordo com a lei de Israel relacionada aos nazistas e colaboradores nazistas (de 1950). No julgamento, iniciado em abril de 1961, Eichmann foi considerado culpado de crimes contra a humanidade e do povo judeu e condenado à morte. Seu apelo à Suprema Corte foi rejeitado e ele foi enforcado em 30 de maio de 1962. Essa foi a única vez que a pena de morte foi realizada sob a lei israelense.

A esperança por mais uma década de relativa tranquilidade foi frustrada com o aumento de ataques terroristas árabes através das fronteiras com o Egito e a Jordânia, persistentes bombardeio de artilharia da Síria e enormes ataques militares dos países árabes vizinhos. Quando o Egito enviou novamente um grande número de tropas para o deserto do Sinai (em maio de 1967), ordenou que as forças de paz da ONU (estabelecidas desde 1957) saíssem da região, restabeleceu o bloqueio do Estreito de Tiran, e entrou em uma aliança militar com a Jordânia, Israel viu-se diante de exércitos árabes hostis em todas as frentes. À medida que seus vizinhos se preparavam para destruir o Estado judeu, Israel invocou seu direito inerente de legítima defesa, lançando um ataque preventivo (em 5 de junho de 1967) contra o Egito pelo sul do país, seguido por um contra-ataque contra a Jordânia pelo leste e uma operação militar contra as forças sírias entrincheiradas nas Colinas de Golã pelo norte. Após seis dias de batalha, as antigas linhas de cessar-fogo foram substituídas por outras, com a Judeia, Samaria, Gaza, a Península do Sinai e as Colinas de Golã sob o controle de Israel. Consequentemente, as aldeias do norte foram libertadas após 19 anos de bombardeios sírios recorrentes, a passagem transporte de e para Israel através do Estreito de Tiran estava assegurada e Jerusalém a capital eterna do povo judeu, que estivera dividida entre Israel e Jordânia desde 1949, foi reunificada sob a autoridade de Israel.

Após a guerra, o desafio diplomático de Israel era traduzir suas vitórias militares em paz permanente com base na Resolução nº 242, que pedia reconhecimento da soberania, integridade territorial e independência política de cada Estado da região e seu direito de viver em paz dentro de fronteiras seguras e reconhecidas, livres de ameaças ou atos de força. No entanto, a posição árabe, tal como formulada na Cúpula de Cartum (em agosto de 1967) não aceitava paz, negociações nem o reconhecimento de Israel. Em setembro de 1968, o Egito iniciou uma "guerra de desgaste", com ações esporádicas e estáticas ao longo das margens do Canal de Suez, que, por sua vez, transformaram-se em lutas reais e localizadas em grande escala, causando mortes dos dois lados. As hostilidades terminaram em 1970, quando Egito e Israel aceitaram renovar o cessar-fogo ao longo do Canal de Suez.

Durante três anos, houve uma calma relativa ao longo das fronteiras. Então, no Yom Kipúr (Dia do Perdão), o dia mais sagrado do ano judaico, o Egito e a Síria lançaram um ataque de surpresa coordenado contra Israel (em 6 de outubro de 1973). O exército egípcio atravessou o Canal de Suez e tropas sírias invadiram as Colinas de Golã. Durante as três semanas seguintes, as Forças de Defesa de Israel mudaram o rumo da batalha e afastaram os ataques, atravessando o Canal de Suez no Egito e avançando 20 milhas (32 km) para dentro da capital síria, Damasco. Dois anos de difíceis negociações entre Israel e o Egito e entre Israel e a Síria resultaram em acordos de retirada, que determinaram que Israel se retirasse de partes dos territórios capturados durante a guerra.

Israel nunca quis conflito com seu vizinho do norte, o Líbano. No entanto, quando a Organização de Libertação da Palestina (OLP) se instalou no sul do Líbano após ter sido expulsa da Jordânia (1970) e perpetrou várias ações terroristas contra as cidades e aldeias do norte de Israel (Galileia), causando muitas vítimas e danos, as Forças de Defesa de Israel cruzaram a fronteira com o Líbano (1982). A "Operação Paz para a Galileia" conseguiu remover da região a maior parte da infraestrutura organizacional e militar da OLP. Durante os 18 anos seguintes, Israel manteve uma pequena zona de segurança no sul do Líbano, adjacente à sua fronteira do norte, para proteger a população da Galileia contra ataques.

Em maio de 2000, Israel retirou todas as suas forças da zona de segurança no sul do Líbano. No entanto, o Líbano não cumpriu as resoluções 425 e 1559 do Conselho de Segurança da ONU, que exigem o desmantelamento do Hezbollah e o deslocamento do exército libanês no sul do Líbano. Consequentemente, houve violência em julho de 2006, após o Hezbollah raptar dois soldados israelenses e bombardear cidades do norte de Israel. No conflito que se seguiu, depois conhecido como II Guerra do Líbano, mais de 4.000 mísseis foram disparados contra civis em Israel. Os combates terminaram em agosto de 2006, e a Resolução 1701 do CSONU foi aprovada, pedindo a libertação incondicional dos soldados israelenses capturados, a implantação de soldados libaneses em todo o sul do Líbano, e o estabelecimento de um embargo sobre armas fornecidas aos grupos armados libaneses

Após a retirada israelense da Faixa de Gaza e de quatro assentamentos no norte da Cisjordânia, em 2005, e a eleição do Hamas, em 2007, o terrorismo contra Israel aumentou. Milhares de mísseis foram disparados da Faixa de Gaza contra o sul de Israel, resultando em danos materiais e danos físicos e psicológicos à população que vive no sul, e forçando Israel a tomar uma ação militar na forma da Operação Chumbo Fundido (27 de dezembro de 2008 até 18 de janeiro de 2009).

TERRORISMO: O terrorismo árabe e palestino contra Israel existe há décadas, antes e depois do estabelecimento do Estado de Israel. Milhares de ataques terroristas que resultaram em morte e ferimentos de civis israelenses ocorreram durante as duas décadas anteriores à Guerra dos Seis Dias de 1967. Após sua criação, em 1964, a OLP ficou à frente da campanha terrorista.

Durante os anos 1970 e 1980, as várias organizações terroristas comandadas pela OLP lançaram vários ataques dentro e fora de Israel. Um dos ataques mais notórios foi o assassinato de 11 atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique, em 1972. Apesar do compromisso palestino, em 1993, a terminar o terrorismo, proporcionando assim a base para o processo de paz palestino-israelense, os ataques terroristas continuaram, e intensificaram-se ainda mais após setembro de 2000, resultando na morte de mais de mil civis israelenses e ferindo milhares outros.

Acordos de Paz:

As eleições Knesset em 1977 trouxeram o bloco Likud (uma coligação de partidos de direita e de centro) ao poder, pondo fim a quase 30 anos de domínio do Partido Trabalhista. O novo primeiro-ministro, Menachem Begin, reiterou o compromisso de todos os ministros anteriores de lutar pela paz permanente na região e chamou os líderes árabes à mesa de negociações. A visita do presidente egípcio Anwar Sadat a Jerusalém (em novembro de 1977) marcou o fim da rejeição árabe aos apelos de Israel pela paz. Foi seguida por negociações entre o Egito e Israel, sob os auspícios dos americanos. Os Acordos de Camp David resultantes (em setembro de 1978) continham uma estrutura para uma paz global no Oriente Médio, incluindo uma proposta detalhada de autogoverno para os árabes chamados palestinos. Em 26 de março de 1979, Israel e Egito assinaram um tratado de paz em Washington, EUA, terminando os 30 anos de guerra entre eles. De acordo com os termos do tratado, Israel retirou-se da Península do Sinai, trocando antigas linhas de cessar-fogo e acordos de armistício pelo reconhecimento mútuo das fronteiras internacionais.

Os três anos de negociações entre a Jordânia e Israel, após a Conferência de Paz de Madrid, em 1991, culminaram com uma declaração do Rei Hussein, do Reino Hachemita da Jordânia, e do primeiro-ministro Yitzhak Rabin (em julho de 1994), finalizando os 46 anos de guerra entre os dois países. O tratado de paz entre Jordânia e Israel foi assinado no posto fronteiriço do Aravá (perto de Eilat em Israel e Akaba na Jordânia) em 26 de outubro de 1994, na presença do presidente americano Bill Clinton.

Durante os anos 1980 e 1990, Israel aceitou mais de um milhão de novos imigrantes, principalmente da antiga União Soviética, da Europa Oriental, e da Etiópia. A chegada de tantos novos consumidores e de um grande número de trabalhadores qualificados e não qualificados impulsionou a economia, criando um período de expansão acelerada.Após a saída de Ehud Olmert, Benjamin Netanyahu foi eleito primeiro-ministro em eleições antecipadas, realizadas em fevereiro de 2009, e formou um governo de coalizão de base ampla. Cada governo procurou conquistar a paz, o desenvolvimento econômico, e a absorção de imigrantes de acordo com suas próprias convicções políticas.

Você sabia?

Vinte e quatro por cento da força de trabalho em Israel, possui nível superior, ocupando o terceiro lugar no mundo industrializado, atrás dos Estados Unidos e Holanda e 12 por cento são mestres e doutores. Israel possui mais museus per capita do que qualquer outro país. Em uma base per capita, Israel possui o maior número de pequenas empresas de biotecnologia.

Com mais de 3.000 empresas de alta tecnologia e em fase de arranque, Israel possui a maior concentração de empresas de high-tech do mundo (com exceção do Vale do Silício).

Israel tem o maior percentual no mundo dos computadores domésticos per capita.

O telefone celular foi desenvolvido em Israel pela Motorola, que tem seu maior centro de desenvolvimento em Israel.

A maior parte do sistema operacional Windows NT foi desenvolvida pela Microsoft-Israel.

A tecnologia do chip Pentium MMX foi projetado na Intel em Israel.

A tecnologia do correio de voz foi desenvolvida em Israel.

Em proporção à sua população, Israel possui o maior número de empresas iniciantes no mundo.

Em termos absolutos, Israel possui o maior número de companhias que qualquer outro país do mundo, exceto os EUA (3.500 empresas principalmente em high-tech).

Israel está rankeado 2º do mundo para os fundos de venture capital logo atrás os EUA.

Fora dos Estados Unidos e Canadá, Israel possui o maior número de empresas na NASDAQ.

Israel tem o maior nível de vida médio no Oriente Médio. A renda per capita em 2000 foi de US $ 17.500, superior à do Reino Unido.

A economia de Israel de US $ 100 bilhões é maior do que todos os seus vizinhos mais próximos combinados.

Israel tem a terceira maior taxa de empreendedorismo e a maior taxa entre as mulheres e entre pessoas com mais de 55 anos no mundo.

Desde sua fundação, em 1948, Israel se destaca no mundo por suas invenções, graças aos investimentos em pesquisa científica e médica. Atualmente, o país é um grande centro mundial de desenvolvimento tecnológico.

Até hoje, 12 cidadãos israelenses foram laureados com o Prêmio Nobel em diferentes áreas.

Descubra nesta lista algumas criações que você nem desconfiava que eram israelenses.

  • Waze, aplicativo de trânsito orientado por GPS.

  • ICQ, comunicador instantâneo lançado em 1996.

  • Viber, aplicativo de mensagens de voz.

  • Firewall, aplicação de segurança contra invasões em redes de computadores.

  • Pendrive, dispositivo portátil de memória, lançado em 2000.

  • MobileEye, dispositivo com câmera ligado ao sistema de direção do carro, avisando sobre possibilidade de acidentes em mudança de faixas e proximidade de outros veículos e pedestres.

  • Drones, as primeiras aeronaves não tripuladas foram construídas em 1973.

  • Pílulas com câmeras, a PillCam pode ser engolida por pacientes com doenças no sistema digestivo, e o aparelho registrará imagens.

  • Tomate cereja, apesar de ser cultivado há mais de 200 anos, a espécie consumida em todo o mundo atualmente foi desenvolvida com engenharia genética em Israel.

  • Irrigação por gotejamento, desenvolvida em 1965 para a agricultura em áreas desérticas.

  • Dessalinização da água do mar, o processo de dessalinização por osmose inversa foi criado em 1967.

  • Processadores Intel, o centro de pesquisas da empresa em Israel foi responsável pelo desenvolvimento de processadores como o pioneiro 8088 e o Centrino, para dispositivos móveis.

  • Depilador elétrico, foi inventado em 1986.

  • Tradutor Babylon, programa de dicionários lançado em 1997.

  • Extração da água do ar, tecnologia criada em 2006 pela empresa EWA.

  • Mão artificial, desenvolvida em 2006 na Europa, por pesquisadores israelenses, permite escrever e até sentir os dedos.

  • Aquecimento solar, o sistema desenvolvido por Harry Zvi Tabor em 1955 é padrão de aquecimento em todo o mundo.

  • Metralhadora Uzi, criada em 1948 pelo militar Uzi Gal, teve mais de 10 milhões de unidades produzidas.

E sim, como você já sabe, o Krav Magá, a Defesa Pessoal Israelense.